11 de maio de 2016
De novo, Outono
Doce como o vento do outono
-de outros tempos-
outrora, minha única esperança
As vezes encontrada com sazonalidade
Mas agora
Agora sempre
Como só você pode ser
Doce
Como nossos beijos
...Amores
Doces
Como eu quero que seja
Como eu sempre quis
Como deve ser
Como você
Você
Só você
E que tudo se faça em poeira
-E exploda-
Enquanto eu tenho você
E você me tem
Em seus braços
E lábios
Quentes
Assim como uma noite de verão estrelada
Que me induz
Ao desconhecido
No escuro
De uma tarde qualquer
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Que seja doce, que seja tenro, que seja leve, até as vesperas do nosso inverno
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