1 de outubro de 2013

My Days In Hell

Cheiro da tinta fresca das canetas, barulho dos carros e pessoas conversando em minha volta.
Será que tudo isso vai valer a pena?
Pensava eu em meio a confusão da sala, totalmente debruçada em cima de meu caderno, atenta a cada sensação não visível que eu poderia identificar.
Não, ninguém mais para me acordar com doces cafunés falsos.
Apenas um momento meu, só meu, eterno.
Interrompido pelo silêncio.
Hora de despertar.
À visão da falsa realidade que me aguarda.

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